NY Times: Trump exporta Fábricas de Maionese para o Brasil

O mais influente jornal americano, o The New York Times, publicou matéria de capa revelando que o ex-Presidente Donald Trump exportou para o Presidente Bolsonaro duas fábricas de viagem na maionese, ambas à prova de fiscalização da saúde pública por parte de Youtube, Facebook, Twitter e Instagram. As novas redes concorrentes são administradas por aliados de Trump. Seus nomes são Gettr e Parler.

Ao que parece, o propósito de Trump seria socorrer seu companheiro extremista, ameaçado de perder as eleições do ano que vem porque aquelas redes sociais comunistas passaram a recolher os potes de maionese produzidos pelos aliados de direita. Além disso, no Brasil, vários desses aliados de direita, eles próprios, acabaram recolhidos para uma temporada no xilindró, por determinação de seres supremos, que detestam maionese e preferem catch up.

Com data de 11 de novembro de 2021, quinta-feira, a matéria do NY Times diz que a estratégia de Bolsonaro é usar essas novas redes sociais conservadoras que usam conservantes banidos pelas outras.

Na Gettr, lançada em julho, o perfil do presidente Bolsonaro já está com 400 mil consumidores de suas viagens na maionese. O fundador da Gettr, Jason Miller, esteve no Brasil em setembro para um evento e acabou como?  Ele acabou interrogado pela Polícia Federal por conta da investigação determinada pela turma do catch up.

Segundo matéria do Portal Uol, as novas plataformas prometem lutar contra a cultura do cancelamento, defender a liberdade de expressão e desafiar o monopólio das big techs. O nome da rede social Gettr é baseado na expressão “Getting Together” – ficando juntos em português.

Nas redes sociais, é  impressionante o número de consumidores da maionese de Bolsonaro, conforme revelado em matéria do Metrópoles mostrando que o presidente tem mais seguidores do que todos os seus rivais somados. Há quem suspeite que, entre esse monte de seguidores existam seres robotizados. Parte destes robotizados são humanos, outra parte é composta por robôs de internet. Aliás, é sempre bom lembrar que a Lei só permite votar a parte robotizada composta por humanos portando título de eleitor.

Contratada por este Canal, a Universidade de Mahon, na Espanha, pesquisou viciados em maionese e concluiu que não funciona a estratégia dos seres supremos, de mandar confiscar potes de maionese e, também, mandar prender os produtores – ações que apenas contribuem para o surgimento de mercado negro de maionese, conforme está ocorrendo no Brasil.

Eles descobriram mais, muito mais. Descobriram que a origem do problema não está na maionese, mas sim na vontade incontrolável de acreditar e propagar sem pensar. Os viciados em maionese são insensíveis a qualquer tipo de tratamento à base de verdade.

A pesquisa descobriu, ainda, evidências de que passou a fazer parte da natureza humana acreditar, acreditar, sem pensar, hábito adquirido por 99,9% da população do século XXI, que perdeu o interesse em refletir, antes de acreditar.

Por conta disso, os pesquisadores da Universidade de Mahon descobriram que as fábricas de maionese se tornaram fundamentais em uma eleição para presidente. Os eleitores querem votar e vão votar sabe em quem? Em um autêntico viajante da maionese.

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