No mundo todo a política foi dominada sabe por quem? Por viajantes da maionese; até mesmo em potências nucleares, como Estados Unidos e Rússia, um perigo para a humanidade. Os partidos políticos… Você sabe para que serve partido político? Deveria servir ao menos para evitar isso, mas não é o que estamos assistindo no planeta. E no Brasil? Por aqui é pior. Segundo o experiente Roberto Brant, o sistema partidário brasileiro mais se assemelha a franquias comerciais.
Por conta disso, se tornou um perigo essa história de: – qualquer um pode ser parlamentar ou presidente; e qualquer um pode votar. Você concorda com isso? Nenhuma empresa de grande porte sobreviveria se escolhesse dirigentes dessa maneira.
O Brasil ainda tinha uma restrição, a Lei da Ficha Limpa, uma Lei de 2010, de origem popular, da coleta de um milhão e meio de assinaturas. A Lei proíbe condenados de ocupar cargo público. O Brasil vive em crise política desde que rasgaram a Lei. Quem rasgou? Você sabe, eu não preciso dizer.
Neste canal tem vídeo com proposta que apresentei ao Senado Federal para acabar com essa crise, com essa polarização tão nociva ao nosso país: acrescentar na cédula eleitoral um quadradinho com sabe o quê? O voto de rejeição. Qual seria a regra? Candidato com 30% de rejeição não pode ocupar cargo nenhum. Isso seria o fim da polarização, mas…
Na China não pode “qualquer um”. Não deixam nem entrar para a política, quem não mostrou serviço. Os cargos mais altos de poder só podem ser ocupados por quem se destacou, seja em cargos públicos, seja na iniciativa privada. Xi Jinping, por exemplo, o seu destaque foi o combate à corrupção quando ocupou importantes cargos na Província de Zhejiang no início deste século.
Ah, a China é uma ditadura? Deve ser. Mas… Será que é pior do que aqui? Qualquer hora faço um vídeo comparativo lá e cá. Você decidirá onde é pior.
A partir do início deste século, apesar de vivermos um tempo inédito de fácil acesso à informação, viajantes da maionese estão usando democracia como trampolim, chegando ao poder com facilidade. Povo vota mesmo em qualquer um, até mesmo em filhos de ditadores sanguinários, como ocorreu nas Filipinas e no Peru.
As Filipinas voltaram 40 anos no tempo. Em 2022, foi eleito presidente Ferdinand Marcos Jr., filho do ditador Ferdinand Marcos, deposto em 1986, depois de roubar US$ 10 bilhões, perseguir e assassinar milhares de opositores. Morreu 3 anos depois de fugir do país para o Hawaí. O Júnior, seu filho teve quase 60% dos votos, o dobro da segunda colocada. Está no cargo atualmente.
No Peru, a filha do ditador Alberto Fujimori, concorreu 3 vezes à Presidência e quase ganhou. Em 2011, 2016 e 2021, Keiko Fujimori alcançou quase 50% dos votos válidos no segundo turno, 48,55%, 49,88% e 49,87%. Seu pai roubou, matou e perseguiu milhares, história parecida com a das Filipinas.
Aliás, o Peru elege mala, mala sem alça e anta. Na eleição de 2011, conseguiu uma proeza, elegeu ambos de uma vez só. Elegeu Humala, Ollanta Humala. Aliás, a justiça peruana condenou Humalla por corrupção da Odebrecht. Este livro aqui, “A ORGANIZAÇÃO”, da competente jornalista Malu Gaspar, é um relato abrangente de uma monumental engrenagem de corrupção no Peru e no resto da América Latina. Nesta matéria de OGLOBO, ela revela que quem mandava era ela, Nadine Heredia, a esposa de Humala. Ela era o cérebro por trás do esquema.
Foi ela quem recebeu o chefe da Odebrecht no país, Jorge Barata, que carregava propina em uma mochila. Aliás, Jorge não via sentido neste pagamento. Em 2010, Humala aparecia nas pesquisas como um azarão, em quarto lugar, atrás de Keiko Fujimori e de mais dois. Por que raios a Odebrecht teria interesse em financiar azarão? A explicação é que Jorge Barata estava cumprindo ordem de Marcelo Odebrecht, que por sua vez atendia a um pedido sabe de quem? Isso mesmo, você adivinhou. Atendia a pedido de Lula.
Na Rússia, tal como nas Filipinas e no Peru, Vladimir Putin não chegou ao poder pela força. Chegou lá no ano 2000 pelo voto popular. Passou a controlar com mão de ferro o modelo econômico vigente, implementado pelo seu antecessor Boris Yeltsin, um modelo voltado para o favorecimento a oligarcas.
Tal como na Rússia, este modelo já estava em vigor sabe aonde? No Brasil éééééé´ Desde o final do século passado, você sabia? Mas ganhou força extraordinária no início do século, após a eleição de Lula. O modelo seguiu sem ser molestado durante o governo Bolsonaro, com os mesmos oligarcas de sempre, se dando bem em cima do povo, lucrando muito, protegidos pelo governo contra concorrentes e contra o fisco, beneficiados por uma farra de favores fiscais para reduzir ou eliminar impostos.
Já fiz vídeos explicando as grandes semelhanças entre Brasil e Rússia na aplicação do que chamo neste canal de modelo russo, um modelo político e econômico seguido por ambos os países. As diferenças são curiosas.
Uma dessas diferenças é que na Rússia, os oligarcas estão garantidos por presidente forte. No Brasil, é o contrário. A garantia é presidente fraco. Os oligarcas adoram presidente fraco, comprometido com corrupção, um perfil incapaz de conflito com poderosos, por medo de acabar condenado. O Brasil vai afundar por conta disso. A gastança e os favorecimentos fiscais passaram dos limites e comprometeram a saúde das contas públicas. Os especialistas já estão falando que o país caminha para o colapso já em 2027. Em breve, vai ter vídeo sobre isso.
Assim como Lula e Bolsonaro, dois defensores do modelo russo, igualmente apoiadores de Vladimir Putin, Donald Trump também é simpático ao ditador. Fico aqui me perguntando se o que ele quer é implantar o modelo russo nos Estados Unidos. Será que é isso?
No próximo vídeo falo dos Estados Unidos, uma superpotência sob o domínio de um viajante da maionese, Donald Trump, agora em nova versão. Ele agora quer ser sabe o quê? Rei. Não é viagem na maionese não. Não é opinião. Neste canal, só divulgo o que tem fundamento, tá? Assista o vídeo para conhecer as intenções de Donald Trump.