A origem da genialidade humana
No ano de 1900, na Índia, um jovem de 16 anos chamado Srinivasa Ramanujan teve acesso a um livro inglês defasado, com uma coleção de milhares de teoremas, o mais recente de 40 anos atrás. Ele entendeu tudo não se sabe como. Em seguida, passou a inventar problemas matemáticos que resolvia por conta própria, sem orientação, inclusive alguns muito complexos que ele não sabia que já tinham sido resolvidos; e outros, bem cabeludos, que ninguém até então tinha conseguido resolver. Ele resolveu!
Ele seguiu produtivo até atingir 27 anos, quando seu trabalho chegou ao conhecimento do matemático inglês Godfrey Harold Hardy, da Universidade de Cambridge. Hardy ficou pasmo e mandou trazer o rapaz: – Tragam esse prodígio para a Inglaterra.
Cem anos depois, a fantástica história do gênio Ramanujan foi contada em um filme de 2016. O título em português é: “O Homem que viu o Infinito”. Por que esse título? É que parte de suas 4 mil equações tratavam de encontrar o resultado de séries infinitas. Ramanujan, assombrou o ocidente. Hoje ele é lembrança frequente em listas dos melhores matemáticos.
Detalhe: naquela época, Londres era o centro do mundo e havia preconceito contra intelectos oriundos de países pobres, mais ainda de países de pele escura. Porém, mesmo assim, os ingleses tiveram que baixar a cabeça. Deram para ele o equivalente a um título de doutorado, mesmo sem ele ter cursado universidade. Quem sabe, se tivesse recebido educação formal em escolas inglesas, seria reconhecido como o maior matemático de toda a história?
O problema era que ele, muitas vezes, vislumbrava a solução sem preocupação em demonstrar o passo a passo, o caminho utilizado para chegar à equação final. Intrigado Hardy insistia em saber como ele descobria essas soluções. O que Ramanujan dizia? – “eu apenas sei”.
A solução aparecia em sua tela mental, em alguns casos, aparecia em sonhos. Ramanujan tinha um poderoso raciocínio intuitivo que acionava um click em sua mente. Click! E a solução aparecia em sua tela mental, como por mágica.
Bruce C. Berndt, professor de matemática na Universidade de Illinois, não acreditava na mágica intuitiva de Ramanujan. Ele passou 20 anos estudando os três primeiros cadernos de Ramanujan produzidos na Índia antes dele ir para Cambridge (entre 1903 e 1914). Berndt compilou 3.542 teoremas. Na maioria das vezes, constavam apenas os resultados e não as provas. Berndt suspeita que:
– “Talvez isso se deva ao fato de que para ele o papel era inacessível [muito caro] e então ele trabalhou em uma lousa e registrou os resultados em seus cadernos sem as provas, e não porque obteve os resultados num piscar de olhos.”
A pobreza da família de Ramanujan chegava a ponto de faltar dinheiro até mesmo para comprar os cadernos onde ele anotava as equações. Sem professor, sozinho ele se tornou um autodidata que vivia em um mundo à parte na Índia, sem ter com quem partilhar suas descobertas. Sua produção, seus 3.900 teoremas, foram registrados em 4 cadernos, 3 deles antes de ir para Londres.
Este vídeo não é sobre a vida de Ramanujan. Se tiver interesse, assista ao filme, que é muito bom. O foco aqui é como isso é possível? Qual a explicação para talentos que surgem do nada, de forma precoce. Mais ainda, em jovens cujo ambiente não proporciona nenhuma condição de desenvolvimento da genialidade? Será que a ciência tem explicação para o conhecimento matemático de Ramanujan?
Os fisiologistas examinaram cérebros de gênios da humanidade sem nenhum resultado. Pesquisas que acompanharam a vida de superdotados também não chegaram a lugar algum. Os darwinistas adotaram a hipótese da seleção natural como sendo a explicação única para tudo. Essa hipótese pode explicar pernas mais velozes, mas será que pode explicar um cérebro matemático? Darwin cogitava a existência de outras hipóteses, possibilidade que foi abandonada por seus seguidores mais radicais. Neste canal tem um vídeo falando sobre isso.
Bem, o fato é que para gênios precoces, a ciência só tem explicações com a consistência sabe de quê? Consistência de maionese.
E qual a explicação de Ramanujan? Ele atribuía seu dom a uma deusa da religião hindu. Será? Na Índia o que não falta são deuses e deusas. Com certeza, eles encaram essas coisas de forma diferente dos ocidentais, que acreditam que deuses não erram. Mesmo assim, acho útil investigar esta hipótese, saber o quanto Ramanujan errava.
Perguntado se havia encontrado algum erro grave nos cadernos de Ramanujan, Berndt respondeu:
– Não contei o número de erros graves, mas é um número extremamente pequeno – talvez cinco ou dez entre mais de três mil resultados. Considerando que Ramanujan não teve nenhum treinamento, é realmente surpreendente que ele tenha cometido tão poucos erros.
Bem, se houve erros, embora poucos, poderia ter ocorrido falhas de comunicação na internet divina? Será que há um plano mental ainda desconhecido pela ciência? Um plano onde os pensamentos ficam hospedados? Haveria uma forma de acesso a este plano mental, uma internet dos pensamentos? Sobre isso, o que tem a dizer a milenar sabedoria indiana?
Em breve, neste canal, você vai conhecer os Registros Akáshicos, uma espécie de internet divina que pode nos conectar com planos superiores. Akasha seria o éter primordial, a energia vital que está em tudo, e que habita um plano astral onde estão arquivados os registros de todos os pensamentos, ideias e memórias de todos os seres viventes, não só do passado, mas também do futuro. Seria uma grande biblioteca com todas as informações da jornada de cada alma.
Akasha está presente na cultural oriental, no hinduísmo e no budismo.
Foi difundido no ocidente por intermédio de Helena Blavatsky, uma exploradora russa do século XIX, que viajou o mundo todo e esteve diversas vezes no Tibete. Ela traduziu textos antigos preservados pelos monges, que deram origem a vários livros em que ela descreve esse conhecimento milenar.
Se você é um ser muito curioso, tal como eu, se você acha que vale à pena saber mais sobre este plano astral, marque o sininho a opção “todos”. Se não fizer isso, o Youtube só vai te avisar de alguns vídeos que o algoritmo supõe ser do seu interesse, entendeu? Ah, o sininho só aparece para quem está inscrito no canal.
Se você pesquisar no Google, vai encontrar sabe o quê? Um monte de picaretas te ensinando como acessar os registros akáshicos. Mais um motivo para você se inscrever neste canal, porque só aqui viagem na maionese é tratada com seriedade.

