Nova Iorque e o Rio de Janeiro tem algo em comum. Enquanto nova-iorquinos suspeitam estar no centro do universo, os cariocas tem certeza que nasceram nele. Como não poderia deixar de ser em lugares onde se vê de tudo, Nova Iorque tinha que ter alguém que alcançou a iluminação, um ser que transcendeu a mundanice. Ele é Andrew Cohen, que viu a luz aos dezesseis anos.
A entrevista que concedeu é uma leitura longa, mas imperdível para quem conhece a habilidade de John Horgan como entrevistador e o carisma de Cohen na qualidade de iluminado. Publicado sob o título de “O MITO DO GURU TOTALMENTE ILUMINADO”, a entrevista encontra-se na Web, bastando usar os tradutores dos navegadores:
http://www.johnhorgan.org/the_myth_of_the_totally_enlightened_guru_15274.htm
Talvez seja melhor dar uma passada antes na Wikipédia, que tem uma descrição muito boa (além de curta) da biografia de Andrew Cohen:
https://en.wikipedia.org/wiki/Andrew_Cohen_(spiritual_teacher)
A mãe de Cohen também acreditou no filho e se tornou sua discípula. Segundo conta a entrevista, ela:
Deixou Nova York e se juntou ao filho na Índia. No início, ela ficou muito feliz por ter se tornado “a mãe de Deus”, mas ela e o filho acabaram se desentendendo. Escreveu uma história contundente sobre a ascensão de seu filho ao estado de guru e seu desencanto com ele.
Bem, pessoalmente, acredito na possibilidade de seres humanos alcançarem a iluminação, embora fique me perguntando como isso vai permitir livrar o iluminado de boletos, que seguem onipresentes ignorando a hierarquia espiritual.
Aproveitando o isolamento da pandemia, até me inscrevi em um curso virtual de vedanta com o ‘firme’ propósito de verificar como é isso de alcançar a iluminação. Ainda não consegui tempo para assistir às aulas devido à dedicação nesta fase inicial do Canal da Maionese, mas prometo que contarei aqui o que vier a descobrir sobre esta viagem na maionese, que promete nada menos que um estado permanente de contentamento.
Segue abaixo o link para página na Web de Andrew Cohen:

